Blooming river plate — Tem jogo que você assiste e já sabe que vai dar trabalho. O River Plate entrou em campo nessa quarta-feira, dia 8, no Ramón Tahuichi Aguilera, em Santa Cruz de la Sierra, e saiu com um empate em 1 a 1 diante do Blooming pela primeira rodada do Grupo H da Sul-Americana.
Na teoria, ponto ganrado fora de casa. Na prática, um resultado que deixa a situação bem mais complicada do que o Millonario gostaria, especialmente quando você lembra que o rival jogou com dez desde os primeiros minutos.. Blooming e River Plate empatamNeste artigo:O CONTEXTO DA PARTIDA A EXPULSÃO QUE MUDOU TUDO O RIVER SOBREVIVEU NA PRIMEIRA ETAPA A VIRADA DO BLOOMING NO SEGUNDO TEMPO A RESISTÊNCIA DO RIVER ATÉ O APITO FINAL O QUE FICA PARA O GRUPO H O QUE ESSE JOGO DIZ SOBRE O RIVER A SUL
O CONTEXTO DA PARTIDA
Sobre blooming river plate, vale acompanhar os desdobramentos. Sobre blooming river plate, vale acompanhar os desdobramentos.
A Sul-Americana começa sempre com aquela mistura de expectativa e incerteza. Grupos novos, viagens longas, estádios diferentes. Jogar na Bolívia tem um componente extra: a altitude de Santa Cruz de la Sierra não é tão extrema quanto La Paz, mas o calor e o gramado pesado já fazem diferença nas pernas dos atletas que viajam de longe. O River chegou como favorito natural do grupo, mas futebol não é papel. E essa estreia deixou isso bem claro.
A EXPULSÃO QUE MUDOU TUDO
O cenário envolvendo blooming river plate segue em evolução.
Dois minutos. Isso foi tudo que durou a igualdade numérica entre os times. Com apenas dois minutos de bola rolando, o zagueiro Lucas Martínez Quarta derrubou o atacante boliviano Bayron Garcés numa dividida pelo alto, sendo o último defensor antes do goleiro Santiago Beltrán. O colombiano Andrés Rojas, árbitro da partida, primeiro sinalizou impedimento, o que gerou aquela confusão típica de quem tá na beira do campo sem visão clara. Mas o VAR entrou, corrigiu, e o cartão vermelho foi inevitável. Martínez Quarta saiu, o River ficou com dez. Com 88 minutos ainda pela frente.
Confesso que quando vi aquela cena, pensei: acabou. Um time que perde um defensor em dois minutos, fora de casa, contra um time que jogava em casa e precisava de um resultado bom para se firmar no grupo… a lógica manda o Blooming abrir o placar em menos de meia hora e definir o jogo. Mas futebol tem uma crueldade bonita: a lógica às vezes vai embora junto com o lateral expulso. A situação de blooming river plate merece atenção.
O RIVER SOBREVIVEU NA PRIMEIRA ETAPA
Eduardo Coudet construiu ao longo dos anos uma identidade bastante clara no River: times que dominam a bola, que saem jogando desde o goleiro, que sufocam o adversário com pressão alta. Com um jogador a menos logo no começo, tudo isso foi pelo ralo. O Millonario precisou se reorganizar numa postura completamente diferente da habitual, recuando as linhas, abrindo mão da posse e apostando na compactação defensiva. Sobre blooming river plate, vale acompanhar os desdobramentos.
E funcionou. O Blooming, que tinha tudo para encher o adversário de chances, não conseguiu criar. Chutou de longe, cruzou algumas bolas sem perigo real, e foi o River quem abriu o placar. Num dos poucos momentos em que o time argentino conseguiu sair em velocidade, Bustos cruzou da direita e Sebastián Driussi completou de primeira, sem dar chance para o goleiro boliviano. Gol bonito, construído com eficiência cirúrgica por um time que estava em desvantagem numérica. Difícil não se impressionar com isso.
A VIRADA DO BLOOMING NO SEGUNDO TEMPO
O cenário envolvendo blooming river plate segue em evolução.
Se a primeira etapa foi de resistência e surpreendente eficiência do River, o segundo tempo trouxe uma realidade diferente. O Blooming voltou do vestiário com mais intensidade, empurrando pelas beiradas e explorando os cruzamentos, estratégia que faz sentido quando você tem um a mais e o adversário começa a sentir o cansaço. Aos oito minutos da etapa final, Moisés Villarroel subiu pela esquerda, cruzou firme na área, e Anthony Vásquez apareceu no momento certo. De joelho, o camisa 9 alcançou a bola no limite e mandou pras redes. O Tahuichi Aguilera foi ao delírio. O cenário envolvendo blooming river plate segue em evolução.
Aquele gol mudou o jogo emocionalmente. O Blooming ficou mais solto, a torcida empurrou, e o River passou a sofrer uma pressão crescente. Segurar um resultado com dez homens durante mais de oitenta minutos é desgastante de um jeito que só quem já disputou esse tipo de partida consegue entender. Cada bola na área vira uma tortura. Cada escanteio é uma ameaça real. A situação de blooming river plate merece atenção.
A RESISTÊNCIA DO RIVER ATÉ O APITO FINAL
O Blooming pressionou, criou algumas oportunidades, mas o gol do 2 a 1 não saiu. O River Plate, mesmo em desvantagem numérica, mesmo sofrendo a pressão boliviana na segunda etapa, conseguiu manter o placar. Santiago Beltrán fez defesas importantes, e a defesa restante se organizou bem para segurar o empate. Sair de Santa Cruz de la Sierra com um ponto, jogando com dez desde os dois minutos, é um resultado que pode ser visto de duas formas: ou como um milagre defensivo, ou como uma oportunidade perdida de vencer mesmo assim. Blooming river plate continua sendo destaque. Sobre blooming river plate, vale acompanhar os desdobramentos.
Para mim, o empate é um resultado razoável diante das circunstâncias. O que me incomoda é saber que o River vai precisar de um rendimento muito melhor nas próximas rodadas se quiser escapar ileso de um grupo que, no papel, parecia mais tranquilo.
O QUE FICA PARA O GRUPO H
O cenário envolvendo blooming river plate segue em evolução.
Com esse empate entre Blooming e River Plate, a primeira rodada do Grupo H termina com os dois times dividindo um ponto cada. A outra partida da chave, entre Carabobo e Red Bull Bragantino, acontece na quinta-feira, e quem vencer vai assumir a liderança isolada com três pontos. Para o Bragantino, que vem de uma trajetória interessante nas competições continentais nos últimos anos, essa é uma oportunidade de arrancar bem na competição e já criar uma vantagem considerável antes de enfrentar os rivais mais tradicionais do grupo.
O Carabobo, time venezuelano que também estreia na Sul-Americana, vai precisar mostrar que tem condições de incomodar qualquer adversário dentro de casa. A Venezuela vem crescendo no futebol sul-americano, e times como o Carabobo são parte desse processo. Não dá pra subestimar. A situação de blooming river plate merece atenção.
O QUE ESSE JOGO DIZ SOBRE O RIVER
A expulsão precoce torna difícil qualquer análise tática mais profunda. Mas dá pra notar algumas coisas. Martínez Quarta, jogador experiente, se colocou numa situação desnecessária logo no começo do jogo. Quando você é o último defensor, você precisa pensar duas vezes antes de ir em velocidade máxima numa bola disputada. O erro individual custou caro para o coletivo, mesmo que o resultado final tenha sido administrado. Sobre blooming river plate, vale acompanhar os desdobramentos.
Coudet, por sua vez, mostrou que sabe adaptar o time quando necessário. O River de dez jogadores foi completamente diferente do River que normalmente vemos, mas a equipe não entrou em colapso. Isso fala bem do trabalho de construção que o treinador argentino vem fazendo. A questão é: com onze em campo, o River consegue dominar os rivais do grupo e somar pontos suficientes para avançar? Essa resposta vem nas próximas semanas.
Driussi, por outro lado, foi um dos destaques positivos. O atacante aproveitou a oportunidade que teve para marcar e mostrar que está em boa forma. Num time que precisa ser eficiente com menos recursos, ter jogadores que finalizam bem em meia chance é determinante. O cenário envolvendo blooming river plate segue em evolução.
A SUL
AMERICANA COMEÇA A GANHAR FORMA –
Essa primeira rodada do torneio continental já entregou drama. Um jogo com expulsão nos dois minutos iniciais, gol do favorito mesmo em desvantagem, pressão da equipe da casa no segundo tempo e empate nos acréscimos emocionais do placar. A Sul-Americana historicamente é um torneio que surpreende, que tira gigantes cedo e coloca times menores em evidência. A edição deste ano promete continuar nessa linha.
Para o Blooming, o ponto é valioso. É um time boliviano empatando com um dos clubes mais tradicionais da Argentina em competição continental. Isso tem valor, mesmo que o contexto da expulsão relativize um pouco a conquista. A torcida no Tahuichi Aguilera certamente foi pra casa com um sorriso no rosto.
Para o River, é hora de colocar os pés no chão. A Sul-Americana exige seriedade desde a primeira rodada, e uma partida dessas mostra que nenhum grupo é fácil, independentemente dos nomes envolvidos. O próximo compromisso vai dizer muito sobre quais são as reais ambições do Millonario nesta competição.
Fonte oficial: CBF



